TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 17:00

Bye, Bye, BG?

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Nelson SilvaO presidente da BG Group no Brasil, Nelson Silva(foto), não deverá fazer parte da Era Shell. Já estaria negociando sua saída do grupo. Em tempo: na Av. Chile, 330, no 25º andar da Torre Oeste, no Centro do Rio, a equipe do BG começa a arrumar as gavetas. A Shell já comunicou que vai concentrar em sua própria sede, na Barra da Tijuca, a antiga operação do grupo no país. Ou melhor: quem sobreviver. Oficialmente, a BG Group informa que "até a eventual conclusão da operação, prevista para o inicio de 2016, a BG Brasil continuará operando de forma independente."

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TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 15:15

Distribuidoras de energia em marcha contra o governo II

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Eduardo BragaHá cerca de um mês, o ministro Eduardo Braga(foto) afirmou ter encaminhado à diretoria da Aneel as diretrizes que servirão de base para analisar o desempenho econômico e operacional das distribuidoras de energia. A partir destes parâmetros, o Ministério e a agência reguladora se decidem pela prorrogação ou não das concessões. Se o objetivo de Braga era acalmar o setor, o tiro saiu pela culatra. As distribuidoras acusam o governo de ter guardado estes dados numa caixa preta. Elas alegam que o ministério não compartilhou integralmente os estudos e relatórios enviados à Aneel, em cima dos quais a agência vai estipular as metas econômico-operacionais impostas às concessionárias. A renovação da licença depende do cumprimento de uma série de critérios de avaliação dos serviços das distribuidoras, tais como frequência e duração dos cortes de energia, número de reclamações aos órgãos de defesa do consumidor, tempo de espera para atendimento no call center etc.

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TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 15:00

Distribuidoras de energia em marcha contra o governo I

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energiaA decisão da Justiça de barrar a assinatura de novos contratos de concessão das distribuidoras de energia é apenas a ponta deste fio desencapado. No instante em que o Ministério Público Federal surge em cena, as negociações entre as empresas do setor elétrico e o Ministério de Minas e Energia entraram em curto circuito. De acordo com o dirigente de uma das maiores distribuidoras do país, o contencioso é praticamente inexorável. A apenas quatro meses do vencimento da licença da Celesc - a primeira das 37 que vão expirar entre agosto e dezembro deste ano -, as próprias concessionárias deverão entrar na Justiça contra o governo federal, usando, para isso, o escudo da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). As empresas exigem a suspensão de todos os trâmites para a prorrogação dos contratos até que a Pasta de Minas e Energia defina claramente as normas que regerão a renovação das licenças.

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TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 13:00

Bombardier ganha uma estrela

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fábricaA fábrica da Bombardier em Hortolândia (SP) deverá ganhar um upgrade. Dedicada à montagem de monotrilhos e a serviços de manutenção, passará também a produzir locomotivas. A decisão revela o tamanho da aposta da Bombardier em relação ao Brasil. Esta será a primeira fábrica de locomotivas do grupo em toda a América Latina. Imaginem só o que os canadenses não fariam se a infraestrutura no país estivesse nos trilhos...

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TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 12:00

Desintegração

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Gilberto OcchiO PMDB está chacoalhando a árvore no Ministério da Integração Nacional para derrubar Gilberto Occhi(foto), indicado pelo PP. Mesmo com o ajuste fiscal, a Pasta ainda carrega um orçamento nada desprezível, da ordem de R$ 6 bilhões.

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TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 10:25

Anglo American vai acabar apagando Minas Rio do balanço III

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minasA receita mistura cortes lineares de custo com a desmobilização de ativos. Mas a estratégia está se revelando uma reprodução do mito de Sísifo. A companhia corta US$ 400 milhões dos custos do projeto esse ano, com um total de quase treze mil demissões, mas as medidas são esterilizadas pela persistência dos preços baixos do minério. O que mais assusta os ingleses é a duração do ciclo de baixa. O Minas Rio não foi projetado para suportar tanta adversidade. Procurada, a Anglo American disse "que já estava prevista uma desmobilização parcial de mão de obra no Sistema Minas-Rio" por conta da entrada em operação do empreendimento. Como medida preventiva, já se fala na empresa até na venda imediata da participação do grupo no Porto do Açu, em sociedade com a Prumo Logística. O plano é sair do terminal, mas garantir o acesso privilegiado ao porto por 30 anos. Falta saber quem irá se aventurar em um negócio que depende basicamente do sucesso do próprio Minas Rio.

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TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 10:10

Anglo American vai acabar apagando Minas Rio do balanço II

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minas-rioA expectativa dos estrategistas é que a Anglo se liquefaz para valer no segundo semestre, quando os irrisórios ganhos sobre capital próprio empregado no projeto demonstrarão a ficção da promessa de retorno de 15% auferidos pela companhia em seus negócios pelo mundo. A recorrente queda do preço do minério, que está na faixa de US$ 50 por tonelada - metade do valor quando o Minas Rio foi desenhado - e o elevado custo de produção, em torno de US$ 35 por tonelada, contra US$ 28 da Vale, estão tirando o brilho das promessas de rentabilidade. Enquanto não bate o martelo, a Anglo faz o dever de casa, adotando uma estratégia "by the book" para ganhar tempo.

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TERÇA-FEIRA, 05 MAIO DE 2015

Finanças | 10:00

Anglo American vai acabar apagando Minas Rio do balanço I

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anglo americanO tumor que Eike Batista inoculou na Anglo American será extirpado neste ano de alguma das três formas: a mais amena prevê uma associação no Sistema Minas Rio; a intermediária recomenda a venda do complexo; e a radical, o write off em balanço. Em todas as hipóteses as perdas são enormes, ou seja, quase 50% dos US$ 30 bilhões que o verdugo Eike amealhou para atingir o sétimo lugar no ranking das maiores fortunas mundiais. O empreendimento é uma jazida em que o minério tem um teor mais alto de prejuízo do que de ferro. No início do ano, o grupo inglês fez uma segunda baixa contábil de US$ 3,5 bilhões - a primeira, em 2013, foi de US$ 4 bilhões. O custo do projeto saltou para US$ 18 bilhões. São números imensos, praticamente o triplo do prejuízo de R$ 21,5 bilhões que a Petrobras realizou em 2014.

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 17:38

Itochu avança na Naturalle

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naturalleTer metade do capital da Naturalle é pouco, muito pouco para o apetite da Itochu. A trading japonesa negocia a compra do restante das ações da empresa, uma das maiores produtoras de sojas especiais do Brasil. Os demais 50% estão nas mãos da Axial Participações.

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 17:02

A volta do Superclubs

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superclubsA jamaicana Superclubs planeja instalar um hotel no litoral do Ceará, em parceria com investidores locais. Ressalte-se que o grupo tem uma história de sístoles e diástoles no Brasil. Por meio da bandeira Breezes, já operou – e abandonou – um hotel em Sauípe e um resort em Búzios.

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 16:05

Mais uma petroleira chinesa desembarca no Brasil

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cnpcA CNPC vai engrossar o caldo de petroleiras chinesas no Brasil. A companhia chega de olho nos ativos em E&P que deverão ser negociados pela Petrobras.

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 14:25

Promessa de Sartori não resiste ao déficit público II

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CEEE-GTNo caso da CEEE-GT, a operação deverá envolver a venda de 51% da companhia. Estas ações não vão sair apenas da cota do Tesouro gaúcho, dono de 67% da empresa por meio da CEEE-Par. Segundo fontes do próprio governo, Sartori tentará costurar um acordo com a Eletrobras. A intenção é que a holding federal venda uma parcela expressiva da sua participação de 32% no capital da CEEEGT. Dessa, forma, o estado manteria algo em torno de 40% da estatal. Procurada pelo RR, a CEEE não se manifestou.

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 14:10

Promessa de Sartori não resiste ao déficit público I

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José Ivo SartoriJosé Ivo Sartori(foto) passou boa parte da campanha ao governo do Rio Grande do Sul rechaçando a pecha de privatista imposta pelos adversários, notadamente seu antecessor, Tarso Genro. Apenas quatro meses após a posse, ainda que por razões eventualmente alheias a sua vontade, Sartori vai dar razão aos oponentes e vestir a carapuça que tanto lhe incomodou. O governador gaúcho pretende vender participações em algumas estatais, a começar pela CEEE-GT, o braço de geração e transmissão da concessionária de energia elétrica do Rio Grande. A oposição, muito provavelmente, vai dizer que ele apenas encontrou um álibi para fazer valer a sua natureza privatista. O fato é que o governador tem um forte pretexto para tocar a alienação dos ativos: o rombo nas contas públicas. A projeção para o déficit do estado em 2015 já passa de R$ 5,5 bilhões.

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 13:05

Estação Valec

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pmdbO PMDB, mais precisamente Renan Calheiros, e o PR, do ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, duelam pela presidência da Valec - interinamente ocupada por Bento Lima. Adivinhem só quem vai ganhar a parada...

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 11:00

A monossilábica análise do passageiro Schwartsman

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Alexandre SchwartsmanA luminosidade inesperada de um fogo-fátuo surgiu no voo da TAM, do meio-dia de ontem, na trajetória da Ponte Aérea São Paulo-Rio. Na poltrona da esquerda, na quinta fileira de quem adentra o avião, uma luzidia careca, com fulgor de metal polido, chamava a atenção da fila de passageiros que se dirigia ao fundo da aeronave. A calvície esplêndida tinha nome. Embecadíssimo, com um terno risca de giz no melhor estilo Saville Row, o ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman era um facho de luz em si mesmo, disputando o brilho do pequeno espaço com o irradiado naturalmente da tela do seu iPad. Ele martelava o pequeno instrumento como se um toque fosse uma marretada. A leitura seguia no mesmo diapasão. De uma página da mídia impressa para outra, um átimo temporal; de um jornal para outro, poucos minutos. Começou pelo Valor, passou pelo Estado de S. Paulo, e seguiu cavalgando as letras com voracidade. Certamente, procurava subsídio para espicaçar o governo em seu papel de economista- colunista. Assim foi e assim seria o breviário aeronáutico do douto e calvo senhor se o RR não surgisse de repente para sacudir a paz do contente.

Pergunta feita de chofre a Schwartsman: o senador José Serra tornou-se pop em 24 horas ao lançar a proposta de desmobilização de ativos da União (Serra tratou especificamente da Petrobras) como uma política complementar de suporte ao ajuste fiscal. Qual sua opinião? Resposta do ex-BC: "Muito boa a ideia, mas faltam determinação política e capacidade de gestão". Volta o RR: "Mario Henrique Simonsen considerava essa uma excelente proposta (No caso, falava-se "privatização") desde que os recursos fossem para reduzir a dívida pública mobiliária". Visivelmente incomodado, respondeu com uma evasiva: "Foram outros tempos".

O RR traz, então, um tema fora do noticiário: "Não seria pertinente relançar o debate sobre a nacionalização de depósitos no exterior, através de anistia fiscal, em um esforço para captar poupanças dispersas? O projeto está na Câmara dos Deputados". A resposta foi radical: "Acho imoral". Insistimos: "Mas mesmo que esses recursos estejam perdidos em alguma nuvem e nunca mais sejam recuperados, eles não poderiam também abater recursos da dívida interna?". Segundos de silêncio, e tome de volta: "É imoral". E fim de papo. Schwartsman é muito mais falante nas páginas do jornal. Ao vivo e a cores, impressiona mais pela lanterna que carrega sobre os ombros, repleta de encéfalos crepitantes.

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SEGUNDA-FEIRA, 04 MAIO DE 2015

Finanças | 10:00

Walmart Brasil: mais um presidente na corda bamba

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Guilherme LoureiroO Walmart é um moedor de executivos. Guilherme Loureiro(foto) – terceiro presidente da companhia no Brasil em apenas cinco anos – está balançando no cargo. Na rede varejista fala-se no nome do ex-BRF Nildemar Secches, que esteve cotado para assumir o comando da Petrobras. Procurado, o Walmart não se pronunciou.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 17:23

Infraero se indispõe com grupos privados do setor aeroportuário

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infraeroEntre os investidores privados do setor aeroportuário, há um crescente incômodo com o dúbio papel que o modelo de concessão conferiu à Infraero: mezzo acionista compulsória dos consórcios, mezzo bedel da administração aeroportuária. A estatal estaria repassando à Secretaria da Aviação Civil uma série de indicadores desfavoráveis à gestão dos terminais privatizados. O principal alvo das críticas seria a Aeroporto Brasil Viracopos, leia-se o Grupo Triunfo. Formalmente, a Infraero disse desconhecer o assunto e ressaltou que a fiscalização das concessões cabe à Anac.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 16:15

Camargo Corrêa se especializa em demolições II

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sebastião CamargoA empreiteira fundada por Sebastião Camargo(foto), vulgo "China", era a companhia líder do corporativismo que reinava no setor até pouco mais da metade desta década. Com o escândalo da Petrobras, tornou-se a maior colaboradora do Ministério Público e da Polícia Federal nos quesitos "novos e velhos nomes", "fatos comprobatórios" e "casos que nunca vieram à tona".
Em tempo: a Camargo Corrêa está dividindo sua governança entre a que olha para o futuro e a que toureia o passado cada vez mais presente. O recado das entranhas da empreiteira é de que "perdeu, perdeu". Acabou a condescendência. Quem dedura na frente e com intensidade leva a vantagem da primeira versão, principalmente se a denúncia for fresquinha.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 16:00

Camargo Corrêa se especializa em demolições I

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camargoOs pares da Camargo Corrêa não estão reconhecendo a postura excessivamente colaborativa da empresa com as investigações da Lava Jato. Para todos os efeitos, a delação está personificada nas figuras de Dalton Avancini e Eduardo Leite, presidente e vice-presidente da empreiteira. Mas a informação que circula é de que os dois dirigentes têm trocado figurinhas com a companhia. Tudo bem que a Camargo Corrêa e a dupla de executivos estão encalacrados e precisam se safar. Mas o afã de delatar gregos e troianos, incluindo episódios que não estão necessariamente vinculados ao caso - alguns deles envolvendo procedimentos legítimos, porém relatados como se fossem crime - tem surpreendido até os próprios inquisidores.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 14:30

Toma que o estádio é teu!

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Arena das DunasNa falta de candidatos ao negócio, a OAS já cogita entregar a concessão da Arena das Dunas para o governo do Rio Grande do Norte.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 13:20

Amaggi nos trilhos

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blçaigroO Grupo Amaggi, do senador Blairo Maggi, planeja criar um braço de concessões ferroviárias. A intenção é atuar sob o regime de Operador Ferroviário Independente (OFI). Neste caso, o investidor administra ferrovias de terceiros utilizando trens próprios. A ANTT pretende realizar as primeiras licitações no modelo de OFI ainda neste ano.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 11:58

Mansardas

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Standard Pacific HomesNo momento em que o mercado imobiliário brasileiro desce a ladeira, a Standard Pacific Homes está desembarcando no país. Especializado em imóveis residenciais de luxo, o grupo norte-americano procura sócios locais para erguer um condomínio de mansões em São Paulo.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 10:40

BTG e Safra disputam ativos do Société Générale III

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Francis RepkaO Société Générale protagoniza uma das mais anunciadas - e negadas - despedidas do setor. Mesmo após anunciar o fechamento de seus dois bancos de varejo, em fevereiro deste ano, os franceses desmentiram que estivessem prestes a deixar o país. Àquela altura, no entanto, provavelmente já arrumavam as malas. Aliás, o próprio CEO do banco no Brasil, Francis Repka(foto), já teria acertado seu retorno à Europa para dirigir outra subsidiária do grupo.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 10:15

BTG e Safra disputam ativos do Société Générale II

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Société GénéraleO interesse do BTG e do Safra traz um ingrediente extra para a operação. A saída do Société Générale do Brasil poderá ter um impacto sobre o ranking bancário nacional que provavelmente não teria caso fossem outros os candidatos ao negócio. Com a aquisição, a casa bancária dos Safra pularia de R$ 140 bilhões para aproximadamente R$ 158 bilhões em ativos, ultrapassando no photochart o BTG, que atualmente soma cerca de R$ 154 bilhões. Por sua vez, ao ficar com as operações do grupo francês no Brasil, o banco de André Esteves não apenas abriria distância do Safra como ainda tomaria a posição do HSBC no ranking bancário, tornando-se o quarto maior banco privado do país em ativos. Além do avanço no tabuleiro do setor, a operação teria uma mais-valia tanto para o BTG quanto para o Safra. O eventual vencedor do duelo poderá dar uma lustrada na sua imagem no momento em que seu nome aparece nos jornais associado a investigações policiais.

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QUINTA-FEIRA, 30 ABRIL DE 2015

Finanças | 10:00

BTG e Safra disputam ativos do Société Générale

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btg safraJustamente no momento em que têm seus nomes citados em dois grandes escândalos da República - o primeiro na Lava Jato e o segundo, no caso Carf -, BTG Pactual e Safra travam uma disputa particular no ranking bancário nacional. Esta trama tem um coadjuvante de luxo: o Société Générale. O encerramento das atividades do Cacique e do Pecúnia e a consequente saída do varejo foram apenas o início do fim do banco francês no país. Segundo informações filtradas junto ao próprio Société, o grupo procura um comprador para o que restou das suas operações no Brasil - leia-se a unidade de corporate & investment banking. É justamente neste ponto do enredo que entram em cena o BTG e o Safra. As duas instituições estariam mantendo conversações com o Société Générale. Ambas olham para o banco francês e enxergam a possibilidade de avançar uma casa no tabuleiro da banca nacional. Procurados pelo RR, BTG, Safra e Société Générale não quiseram se pronunciar sobre o assunto.

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QUARTA-FEIRA, 29 ABRIL DE 2015

Finanças | 17:10

Tem vaga no capital da Facha?

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fachaA Anima, que já fisgou a Veiga de Almeida, está jogando o anzol na direção de outra tradicional faculdade carioca: a Facha. Com a aquisição, o grupo se tornaria a segundo maior rede de ensino superior do Rio, atrás da Estácio. Consultada, a Facha garantiu que não está à venda. Já a Anima não quis comentar o assunto.

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QUARTA-FEIRA, 29 ABRIL DE 2015

Finanças | 16:00

Governo de SP quer Isolux fora de obras públicas

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isoluxA linha 4 do metrô paulista deverá parar na "Estação Justiça". O governo de São Paulo e a Isolux Corsán estão às portas de um contencioso que poderá ter sério impacto sobre o próprio futuro dos espanhóis no Brasil. Por conta do atraso nas obras do metrô, as autoridades querem não apenas romper o contrato em vigor como também impedir a Isolux de participar de novas licitações no estado por um período de até dez anos. Consultados, o governo de São Paulo e a Isolux não se manifestaram.

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QUARTA-FEIRA, 29 ABRIL DE 2015

Finanças | 14:35

Despedida da Vivendi dura apenas um verão II

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Anna Christina SaicaliSegundo fonte próxima ao grupo, a estratégia dos franceses prevê aquisições no país - o Citi teria sido contratado para prospectar ativos. A Vivendi já saiu também em busca de um executivo para comandar suas operações no Brasil. Um dos nomes cotados seria o da presidente da B2W, Anna Christina Saicali(foto). 
O cardápio de operações que os franceses pretendem servir no Brasil é dos mais sortidos. A Vivendi, que está fechando a compra do controle mundial do Dailymotion, pretende trazer o negócio para o Brasil. Trata-se de uma das grandes empresas internacionais de distribuição de entretenimento via web.

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QUARTA-FEIRA, 29 ABRIL DE 2015

Finanças | 14:21

Despedida da Vivendi dura apenas um verão I

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vivendiA Vivendi se foi, mas já está voltando. Seis meses após a venda da GVT para a Telefônica, o grupo francês trabalha na retomada de seus investimentos no Brasil. Por ora, os planos não remetem diretamente ao setor de telefonia - embora ele esteja no caminho traçado pela empresa. A intenção dos franceses é montar uma base de operações na área de entretenimento, um de seus principais negócios na Europa. O ponto de partida será a distribuição de vídeos, filmes e músicas por meio de plataformas digitais. Ou seja: por ora, a Vivendi pendura no cabide o figurino de empresa de telefonia para reaparecer no mercado brasileiro como uma provedora de conteúdo, inclusive para as próprias operadoras celulares.

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QUARTA-FEIRA, 29 ABRIL DE 2015

Finanças | 13:00

Devastação de empregos na Zona Franca

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ZFMA crise avança na Zona Franca de Manaus - como de resto, na indústria nacional. Segundo projeções que circulam no próprio governo do Amazonas, cerca de 15% dos postos de trabalho poderão desaparecer na ZFM ao longo dos próximos dois anos. Traduzindo em gente, isso significaria cerca de 16 mil operários na rua.

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