SEXTA-FEIRA, 12 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 17:00

Heringer com um pé fora da Bolsa

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HeringerA Heringer deverá fechar o capital. Qualquer semelhança com a posterior venda da empresa para a norte-americana Potash, que já tem 9,5% do capital, não seria mera coincidência. O RR entrou em contato com a Heringer, mas a empresa não retornou.

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SEXTA-FEIRA, 12 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 16:00

Lemann investe mais R$ 100 milhões em educação

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Eleva Educação-investimentoJorge Paulo Lemann pretende injetar capital na Eleva Educação. O fundo Gera, do qual é acionista, deverá fazer um aporte de R$ 100 milhões no grupo para novas aquisições. A Eleva não confirma a informação, mas a fonte do RR soube do plano por um minoritário da empresa.

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SEXTA-FEIRA, 12 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 14:00

Bate e volta

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BigBenRaul Aguilera já teria apresentado ao BTG uma proposta para recomprar a Big Ben, vendida em 2011 para a Brasil Pharma – braço deficitário do BTG no varejo farmacêutico. À época, embolsou US$ 260 milhões. Hoje, a Big Ben talvez não valha a metade.

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SEXTA-FEIRA, 12 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 13:00

Até tu, Daniel Dantas?

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daniel-dantasO banqueiro Daniel Dantas(foto) perdeu uma grana alta com ações da Gerdau do e Itaú. Mas, no mercado, diz-se que o prejuízo maior foi com ações do BTG.

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SEXTA-FEIRA, 12 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 12:00

Empreiteira chinesa a caminho

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SinohydroA Sinohydro, uma das gigantes chinesas da construção pesada, está prestes a desembarcar no Brasil, ávida para aproveitar o vácuo deixado pela Lava Jato. A companhia já atua em outros países da América do Sul, como Argentina e Bolívia.


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SEXTA-FEIRA, 12 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 11:00

Parceria entre Embraer e Saab passa por turbulência

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saab-gripen-Há ruídos – e não são de turbinas – no acordo entre a Embraer e a Saab para a montagem de 15 dos 36 novos caças da FAB. A empresa brasileira quer repassar aos suecos o custo de adaptação da sua fábrica para a produção do Gripen. A Saab diz que não paga. O impasse tem de ser resolvido logo: os primeiros testes de produção estão previstos para o segundo semestre. Procurada, a Embraer não se pronunciou.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 16:00

Tela quente

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Laercio Cosentino-totvsLaercio Cosentino(foto), da Totvs, aproveita a crise para raspar o tacho na área de TI. Em breve, a empresa vai anunciar mais duas aquisições.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 15:30

Brookfield dissimula interesse na Invepar

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brookfield-inveparA desistência de participar da disputa pela compra da parte da OAS na Invepar é a aposta mais arriscada da Brookfield Infrastructure no mercado brasileiro este ano. A estratégia do blefe foi toda arquitetada pelo presidente da companhia, Sam Pollock, que convenceu o grupo canadense de que o preço e o acordo de acionistas acertado entre a OAS e os fundos de pensão na criação da Invepar podem ser modificados na bacia das almas. Pollock aposta que ninguém bancará no leilão o valor de R$ 1,35 bilhão ofertados pela Brookfield pelos 24,4% da construtora baiana na holding de concessões. Desta forma, voltará à mesa de negociações com a faca e o queijo para ofertar menos e ainda exigir da Previ, Funcef e Petros um novo acordo de acionistas que entregue a gestão da Invepar e não exija exclusividade de sociedade nos futuros leilões de rodovias. A Brookfield é sócia da espanhola Arteris - operadora de estradas em São Paulo - e tudo o que menos quer é ficar amarrada à Invepar. Pollock sabe que o blefe faz parte desse jogo de pôquer, mas um eventual fracasso será exclusivamente debitado na sua conta. A Brookfield não comentou o assunto.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 15:00

Elevador que desce

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Hyundai-elevadoresA Hyundai esperava que os US$ 65 milhões investidos na fábrica de elevadores gaúcha se convertessem em 10% de share até 2015. O prazo passou e nada: menos de 5% de participação e 70% de ociosidade na fábrica. Consultada, a Hyundai nega a informação.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 14:00

Blefe

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Marta Suplicy-TemerMarta Suplicy(foto) não tem levado a sério a informação de que Gabriel Chalita ficará no PMDB e fará oposição à sua candidatura. Marta recebeu essa garantia de Michel Temer(foto) quando ingressou no partido.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 13:00

Buraco sem fundo

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DismissalNo demissômetro da Petrobras, o Comperj dispara no ranking. Bateu a marca de 37 mil desligamentos, 97% do total.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 12:00

O mito

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cultivando-dinheiroAlguns alto-falantes do mercado ribombam que Alfredo Grunser, o mito, está de volta ao cassino. Para quem não se lembra, Grunser ganhou fama nos anos oitenta, em dobradinha com Naji Nahas, em operações com derivativos. Fez fortuna encontrando um meio de aplicar em mercados futuros as reservas técnicas de seguradoras, o que era proibido. Depois se radicou nos Estados Unidos. Reza a lenda que, toda vez que Grunser precisava de dinheiro, voltava a dar suas tacadas no mercado. Mas quem é vivo sempre aparece. Veja, por exemplo, seu sogro, Julio Bozzano, que, depois de um longo período sabático, abriu uma corretora para matar a saudade do mercado. Bem-vindo Alfredo.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 11:01

Panetone da Bauducco tem gosto de chocolate da Hershey’s I

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Hershey’s-panettoneA Hershey’s Brasil pretende dar um xeque-mate na Bauducco usando o panetone no lugar da rainha. O diretor geral da empresa norte-americana, Marcel Sacco, quer honrar a sua fama de bom jogador com uma operação de M&A capaz de provocar inveja nos enxadristas mais maquiavélicos dessa área. O xeque é simples e agressivo: um movimento em dois lances, por isso genial. No primeiro deles, a Hershey’s empurrou sua associação com a Bauducco para o desterro. O segundo lance, conforme apurou o RR, é abrir negociações para compra da companhia de panetones ainda neste semestre. A ameaça não é sutil: forçar o preço da empresa para baixo em função da perda de receita com a própria ruptura da joint venture. Os números podem descer ladeira se a aquisição não for fechada. Na partida, a Bauducco terá uma redução de um quarto do faturamento de R$ 2 bilhões e 20% do lucro de R$ 150 milhões. A Hershey’s promete sangrar progressivamente a antiga parceira, tomando mercados que estavam antes compartilhados.

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QUINTA-FEIRA, 11 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 11:00

Panetone da Bauducco tem gosto de chocolate da Hershey’s II

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Bauducco-panettoneA família Bauducco sempre poderia buscar um outro investidor para ajudar a suportar o tranco. Aliás tentou inú- meras vezes antes. Agora, contudo, a posição da Hershey’s no tabuleiro é quase invencível, inclusive, porque ela é o maior insider da Bauducco, além de deter a condição de piorar bastante as expectativas do negócio da ex-associada. A Hershey’s não ganha pouco com a operação. Incorporaria cinco fábricas – em São Paulo, Minas Gerais e Alagoas -, uma rede de distribuição nacional e a liderança absoluta nas vendas de panetones. A oferta da Hershey’s inclui troca de ações e pagamento em dinheiro, o que deverá diminuir a resistência da família à venda da Bauducco. Procurada, a Hershey's assegura que não pretende comprar a ex-sócia e que a dissolução da joint venture ocorreu de forma amigável. Já a Bauducco preferiu o silêncio. Aparentemente, Sacco teria o tempo a seu favor. Cada mês de erosão do faturamento da Bauducco facilitaria a negociação. Ocorre que o executivo tem um panetone de cimento amarrado à sua cabeça. A Hershey’s aceitou o plano de desfazer a joint venture e comprar a Bauducco, mas exigiu da filial uma performance extraordinária. A ordem é triplicar a receita de R$ 300 milhões até 2019, com um crescimento anual de 25%. Sem a Bauducco, Sacco dificilmente atingirá a meta imposta pela matriz.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 17:30

Carnaval

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carnaval-rrDevido ao Carnaval, o Blog do RR voltará a ser atualizado apenas na próxima quinta-feira, dia 11. Obrigado.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 16:00

Menos gás

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gas-natural-cegPara contrabalançar as perdas de receita e o aumento dos custos operacionais, a Gás Natural Fenosa cortou à metade os investimentos na expansão da rede de dutos da CEG Rio. Serão R$ 200 milhões a menos.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 15:01

Transmissão da CEEE em mãos privadas I

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CEEESem apoio da Assembleia Legislativa gaúcha, o governador José Ivo Sartori foi buscar em Minas Gerais um atalho para a cisão e “privatização” da CEEE-GT, o braço de transmissão da CEEE. A ideia é repetir o modelo da Taesa, nascida de uma célula da Cemig. Uma parcela dos ativos de transmissão da estatal seria agrupada em uma nova empresa. Uma participação majoritária do capital seria, então, oferecida a um investidor privado – mesmo minoritária, a CEEE teria uma espécie de golden share, com poder de voto e de veto para decisões estratégicas. O governo gaúcho já sondou grupos do setor elétrico dispostos a entrar na área de transmissão, caso da Equatorial Energia.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 15:00

Transmissão da CEEE em mãos privadas II

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transmissão de energia-2A proposta elaborada pelo governo gaúcho, negada oficialmente ao RR, prevê que a CEEE tenha entre 40% e 45% das ações. Em um ambiente mais propício, parte das ações seria ofertada em bolsa, a exemplo do que fez a Taesa. Mas essa hipótese fica para outro momento: o mar, como se sabe, não está para IPOs. Para os investidores privados, há um atrativo. O segmento de transmissão funciona como uma renda fixa no setor de energia, já que suas tarifas são preestabelecidas para todo o período da concessão. Além disso, a CEEE-GT, ao contrário do braço de distribuição da estatal gaúcha, é lucrativa.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 14:00

TV do Ratinho

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Carlos MassaAos poucos, o empresário Carlos Massa(foto), vulgo Ratinho, monta a sua rede nacional no SBT. Dono da afiliada no Paraná, estaria negociando a compra da TV Alterosa (MG), do grupo Diários Associados, e da TV Difusora, do Maranhão, de Edison Lobão Filho.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 13:00

O bom samaritano

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lide-amigosA relação fraternal de David Barioni com João Doria Jr. custou uma grana alta tanto para a TAM quanto para a Gol. Enquanto Barioni presidiu as duas companhias aéreas jorrou dinheiro para o LIDE de Doria.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 12:00

Anima faz compras

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anima-educaçaoA Anima Educação – que, no ano passado, fechou a aquisição dos ativos da Whitney Brasil por R$ 1,1 bilhão e, depois, desistiu do negócio – voltou às compras. Desta vez, sem o ímpeto de outrora, que, como se viu, era de festim. O alvo são universidades de menor porte e de atuação regional.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 11:02

Máquina de Vendas tem dupla face I

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ricardo-nunes-e-luiz-carlosO adversário mais duro de Corrado Varoli, recém-contratado para comandar a reestruturação da Máquina de Vendas, não será a recessão econômica, a queda do consumo ou mesmo a má performance da companhia. O ex-presidente da Goldman Sachs na América Latina terá como maior desafio gerar resultados em uma empresa rachada ao meio pelas disputas entre seus controladores, Ricardo Nunes(foto) e Luiz Carlos Batista(foto). Que o diga o ex-Pão de Açúcar Enéas Pestana, antecessor de Varoli na árdua tarefa de reerguer a rede varejista. Pestana pouco saiu do lugar nos seis meses em que ficou à frente da gestão. Fechamento de pontos de venda, redefinição do modelo de lojas, negociação de uma fatia do capital: praticamente tudo o que ele recomendou ou ensaiou executar esbarrou nas divergências entre Nunes e Batista.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 11:01

Máquina de Vendas tem dupla face II

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maquina-vendasDesde a fusão entre a Ricardo Eletro e a Insinuante, em 2010, a coabitação societária entre o acelerado e mercurial Ricardo Nunes(foto) e o cauteloso e contido Luiz Carlos Batista(foto) nunca foi um mar de rosas. As divergências se agravaram no ano passado, durante a gestão de Richard Saunders, que assumiu a presidência após vender sua rede varejista, a Eletro Shopping, para o grupo. Saunders foi alçado ao comando para ser uma espécie de algodão entre cristais, um elemento neutro entre os dois acionistas. A tal solução pacificadora, no entanto, acabou se revelando um paiol. No entendimento de Batista, Saunders tornou-se um títere movimentado pelos dedos de Ricardo Nunes. Suas principais medidas – cortes de custos e demissões de executivos – teriam por trás a assinatura do fundador da Ricardo Eletro. Pior: suas mexidas se concentraram no Nordeste, nas lojas da Insinuante, justamente o território de Batista. O curto circuito foi inevitável. Saunders deixou o cargo em maio do ano passado. E, se ele era mesmo uma extensão de Nunes na gestão executiva, agora não há mais intermediários: o empresário se impôs e, no início deste mês, assumiu a presidência no lugar de Enéas Pestana. Tem a missão de frear uma queda nas vendas que chegou aos 10% em 2015.

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SEXTA-FEIRA, 05 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 11:00

Máquina de Vendas tem dupla face III

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ricardo nunesEntre os executivos egressos da Ricardo Eletro habituados a psicografar os movimentos de Ricardo Nunes(foto), há quem diga que, no fundo, no fundo, o empresário se arrependeu da fusão com a Insinuante. No seu mundo ideal, a associação seria desfeita e ele voltaria a mandar e desmandar numa empresa só sua. Será que Corrado Varoli se credenciaria a desatar uma fusão?

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QUINTA-FEIRA, 04 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 18:35

Custo arrumação

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petrobras8Além do custo direto, cobrado na "fonte", os desvios de conduta dos ex-diretores da Petrobras já sugaram cerca de R$ 420 milhões do caixa da estatal. Este é o valor que foi gasto pela companhia em um ano e meio para investigar denúncias de fraudes e remodelar a estrutura de compliance. O maior dos contratos, com o escritório Trench, Rossi e Watanabe, no valor de R$ 106 milhões, vence em março. Por falar em compliance, já passa de 30 o número de funcionários da BR Distribuidora que são alvo de investigações internas por suspeitas de corrupção. O trabalho é conduzido diretamente pelo presidente interino da estatal, Carlos Alberto Tessarolo. Procurada, a BR não informou o número de investigados, mas confirmou que estão em "curso comissões internas de apuração".


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QUINTA-FEIRA, 04 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 15:00

Recluso

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 Cesar Mata PiresCesar Mata Pires(foto), que deixou no ano passado o ranking de bilionários da Bloomberg , tem passado mais tempo na Europa do que no Brasil. Suas aparições na sede da OAS em São Paulo se tornaram escassas. Aparece apenas nas reuniões trimestrais do conselho. E mesmo assim a jato.


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QUINTA-FEIRA, 04 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 14:00

Baixo astral

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 eduardo-bragaO ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga(foto), é só desânimo. Prevê a retomada dos leilões de blocos de exploração de petróleo e gás da ANP somente no ano que vem.


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QUINTA-FEIRA, 04 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 13:00

Na ponta da agulha

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 utc-cguFaltam filigranas para a construtora UTC sacramentar o acordo de leniência com a CGU. O anúncio deve sair esta semana.


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QUINTA-FEIRA, 04 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 12:00

Triple X

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dominio do fatoDepois do Domínio do Fato, teoria celebrizada pela condenação do ex-ministro José Dirceu, vem aí o Domínio da Moradia.

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QUINTA-FEIRA, 04 FEVEREIRO DE 2016

Finanças | 11:01

BTG derrapa nos números da Mitsubishi Motors I

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mitsubishi-motorsVai ser preciso muita tração nas quatro rodas para o BTG desatolar do capital da Mitsubishi Motors do Brasil (MMC). Guardadas as devidas proporções, os próprios acionistas do banco tratam a participação de 15% na montadora como um ativo tão difícil de ser passado adiante quanto as deficitárias Leader Magazine e BR Pharma – a incomparável Sete Brasil, claro, nem entra nesta conta. O BTG já ofereceu as ações ao sócio controlador da MMC, Eduardo de Souza Ramos, mas o empresário e amigo de longa data de André Esteves se recusa a recomprar a participação, mesmo com um expressivo deságio. O Plano B, a transferência para a própria Mitsubishi do Japão, também já foi descartado.

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