SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 16:17

Um prato para duas bocas

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blog191204A mesa da Sodexo ficou pequena para acomodar o espanhol Juan Pablo Urruticoechea, CEO da divisão de serviços, e Geraldo França (foto), o nº 1 da unidade de refeições coletivas. A fonte do RR, que conhece cada página do cardápio da Sodexo no Brasil, aposta suas fichas que o tempo de França, há sete anos no cargo, está chegando ao fim. A ver.

 

 



SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 15:09

Gugu & Xuxa

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blog191203Gugu Liberato é o cupido no namorico entre Xuxa (foto)  e a Rede Record. O apresentador tem segundas intenções. Quer atrair a outrora Rainha dos Baixinhos para ser sua parceira no projeto de toda uma vida: a criação de sua própria emissora, um canal a cabo voltado ao entretenimento. Ou seja: seriam 12 horas de "Ilariê" e outras 12 horas de "Passarinho quer dançar...".

 

 



SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 12:53

Pré-ministra da Agricultura

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blog191202Katia Abreu (foto)  não é Joaquim Levy, mas também antecipou sua posse no Ministério da Agricultura. Está agendando uma série de encontros com usineiros até o fim do ano, a começar por Rubens Ometto, um dos maiores críticos no setor ao governo Dilma Rousseff.

 

 



SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 11:03

El Comandante

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blog191201José Dirceu (foto) vai celebrar a noite de Natal em Passa Quatro (MG), ao lado de sua querida mãe, Dona Olga, 94 anos.

 

 



SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 10:00

O horripilante Ano Novo de Joaquim Levy III

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3A festa dos mercados com o nome de Joaquim Levy durará pouco quando o torniquete for apertado. Balela também que a banda da PUC-Rio vai apoiar o futuro ministro. Os mais amigos - Armínio Fraga, Edmar Bacha et caterva - têm um projeto de poder. Irão metralhá-lo na primeira hora de fragilidade. Também não haverá moleza com Nelson Barbosa no Planejamento, promessa de uma versão menos ilustre do tango dançado entre Mario Henrique Simonsen e Delfim Netto. Joaquim terá de estar acima de todas as expectativas, tornar- se um homem bafejado pela fortuna, com a fúria de um cavalo bucéfalo. Feliz Ano Novo, futuro ministro da Fazenda: os que vão morrer te saúdam!



SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 09:45

O horripilante Ano Novo de Joaquim Levy II

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2Para evitar essa situação, Levy teria de endurecer, mas sem ternura nenhuma. As adversidades são monumentais. A primeira: formar uma equipe não tem sido fácil. O futuro ministro já recebeu três recusas para o cargo de secretário do Tesouro. Dois economistas de São Paulo igualmente não aceitaram o convite para outras funções. Especula-se que Levy buscará na Fundação Getulio Vargas o suporte para a equipe, usando não só seus quadros, mas também o engajamento da própria instituição, que funcionaria como adviser da Fazenda. Outro trabalho de Hércules será conviver com os dois governos que se digladiam no poder. Joaquim Levy tem um pé no governo Lula, mas responde ao governo Dilma, ela mesma pouco afeita ao seu receituário. Imagine se Aloizio Mercadante, prócer do time de Dilma, vai facilitar o trabalho de Levy?



SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 09:30

O horripilante Ano Novo de Joaquim Levy I

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2 (1)O futuro ministro Joaquim Levy terá de enfrentar cada dia como se fosse um desafio sempre maior. Sua estreia se dará em um clima bem menos festivo do que o do anúncio da sua escolha. Na partida, Levy vai se defrontar com a deterioração do cenário econômico interno e mundial, o que ameaça o gradualismo prometido pelo ministro nas políticas monetária e fiscal. O buraco nas contas da Petrobras, a pressão para o rebaixamento do rating do Brasil, o apocalipse russo, a percepção de que as reservas cambiais não são tão altas assim frente aos novos dilemas, entre outros, empurram Joaquim Levy para uma gestão mais dura do que a anunciada quando dos seus primeiros pronunciamentos. Por exemplo: as demandas fiscais da combalida Petrobras exigirão alguma correção para a meta de superávit primário, da ordem de 1,8%, ou, então, um corte de gastos mais duro, combinado com o carreamento de novas receitas. As taxas de juros de 17% aplicadas pela autoridade monetária russa podem acabar balizando, por meio de um efeito gravidade, a nossa Selic, que, em vez de chegar aos 13% projetados até meados do ano, seria levada aos píncaros de até 15% no mesmo período. O câmbio oscilaria como uma biruta, batendo R$ 3,50 em março, e já no primeiro trimestre a previsão para o PIB do ano – fala-se até em queda de 1,5% – seria negativa com viés de baixa.



SEXTA-FEIRA, 19 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 08:39

Diretor da Petrobras entregou o cargo duas vezes

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1O diretor de abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, colocou seu cargo à disposição de Graça Foster em pelo menos duas ocasiões nas últimas semanas. Como Graça também entregou o cargo à Dilma Rousseff por duas vezes, ambos estão empatados.



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 17:30

Deu praga nos campos da Louis Dreyfus

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blog181210A Louis Dreyfus já não sabe mais o que fazer para estancar os prejuízos da controlada LDC Agroindustrial, sua principal operação no país. A empresa, que reúne os negócios de produção e comercialização de commodities agrícolas dos franceses no Brasil, caminha para fechar o quarto ano seguido no vermelho. Segundo fontes ligadas à empresa, os prejuízos devem superar a marca de 2013, em torno dos US$ 40 milhões. Entre as novas medidas estudadas pelos franceses para estancar a sangria, estão a venda de fazendas produtoras de laranja e uma de suas quatro fábricas de sucos.

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 16:33

Troca de perfume

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blog181209O ex-Natura Alessandro Carlucci (foto) pensa em usar novos cosméticos. Foi sondado pela Jequiti, de Silvio Santos.

 

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 14:59

Dono da RiHappy e PBKids também quer fabricar brinquedos III

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blog181208A entrada no capital de um fabricante de brinquedos poderia gerar um efeito colateral para o Carlyle e suas redes varejistas, com um eventual estremecimento das relações entre a PBKids e a RiHappy e outros grandes fornecedores. No entanto, os norte-americanos, ao que parece, não temem esse risco, assim como Abílio Diniz (foto) não temeu comprar uma participação na BRF quando ainda tinha um pé no Pão de Açúcar.

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 14:33

Dono da RiHappy e PBKids também quer fabricar brinquedos II

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blog181207O Carlyle, que administra cerca de US$ 200 bilhões em recursos, já investiu mais de US$ 500 milhões no mercado brasileiro de brinquedos – 80% desta cifra foram desembolsados na aquisição da RiHappy e da PBKids. Comparativamente, a compra de uma participação em um dos dois grandes fabricantes nacionais seria um investimento bem menos dispendioso. Noves fora um eventual prêmio de controle, atualmente o valor de mercado da Estrela, por exemplo, não passa dos R$ 130 milhões. A empresa, aliás, é vista pelos norte-americanos como uma presa até mais frágil do que a Grow, que sempre conseguiu manter um nicho de mercado – no segmento de jogos de tabuleiro – e, nos últimos anos, soube se reinventar com a digitalização de seus produtos mais famosos, como War, Perfil e Imagem & Ação.

 

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 13:52

Dono da RiHappy e PBKids também quer fabricar brinquedos I

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blog181206Após fisgar o controle das duas maiores varejistas do setor – PBKids e RiHappy –, para onde mais o Carlyle pode caminhar no mercado brasileiro de brinquedos? Neste jogo de tabuleiro, a carta que os norte-americanos levam à mão parece dizer: "Avance duas casas e verticalize sua operação". O fundo também pretende fincar sua bandeira em um grande fabricante nacional de brinquedos. Os dados estão rolando sobre a mesa, mas, desde já, dois nomes surgem no radar do Carlyle: Estrela e Grow. Além da possibilidade de adicionar ao seu portfólio uma marca forte, com expressivo índice de recall entre os consumidores, o que impulsiona os norte-americanos é o desejo de dominar o setor de ponta a ponta, garantindo condições mais vantajosas para suas duas redes varejistas. Ao todo, PBKids e RiHappy somam mais de 200 lojas no Brasil.

 

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 12:44

O mimetismo dos Toledo

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blog181205O deputado estadual Dimas Toledo Filho está cotado para assumir uma secretaria no governo de Fernando Pimentel. Dimas é filiado ao PP, partido que apoiou o tucano Pimenta da Veiga nas eleições ao governo mineiro. Mas isso nunca foi um problema para a família. Seu pai, o famoso Dimas Toledo (foto), ocupou uma diretoria em Furnas tanto no governo FHC como no primeiro mandato de Lula.

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 11:21

“Me dá que o Dnit é meu”

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blog181204Está quente a disputa pelo comando do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pela execução de algumas das obras de maior importância do PAC. Dilma Rousseff está propensa a manter o engenheiro Tarcísio Gomes de Freitas. Ele assumiu o cargo em julho deste ano, quando o General Jorge Fraxe se afastou por problemas de saúde. O Planalto, no entanto, enfrenta a pressão do PR, que quer retomar o mando de campo no Departamento, um antigo feudo da sigla. O candidato do partido ao cargo é o atual secretário executivo do Ministério dos Transportes, Anivaldo Vale. A olho nu, deixar a Pasta para assumir uma autarquia poderia soar como um downgrade. Mas não no caso de um órgão que terá ingerência sobre um orçamento de R$ 15 bilhões em 2015.

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 10:14

Vácuo de poder adia decisões fundamentais para o setor elétrico III

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blog181203Na tentativa de sensibilizar a autoridade regulatória, as empresas evocam o risco de insolvência de concessionárias de pequeno e médio porte. Alegam também que um aperto na taxa de retorno das distribuidoras acentuará um efeito cascata já conhecido no setor: margem reduzida é igual a empréstimos bancários tomados por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, que, por sua vez, repassa os custos para as próprias concessionárias, responsáveis, então, por fechar o circuito jogando a conta no colo dos consumidores. A questão, portanto, exige uma solução premente, mas, a duas semanas do início do novo ciclo de revisão tarifária, as discussões estão praticamente paradas. Procura-se um ministro desesperadamente.

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 09:44

Vácuo de poder adia decisões fundamentais para o setor elétrico II

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blog181202Para todos os efeitos, cabe à Aneel a atribuição de fixar o custo médio ponderado de capital. Na prática, porém, o governo federal costuma fazer valer sua vontade política. Assim foi nos três ciclos de revisão tarifária. Ocorre que o vácuo de poder no Ministério de Minas e Energia criou uma situação sui generis. A própria direção da agência reguladora ressente-se da falta de um interlocutor no governo. A questão chegou a tal ponto que as distribuidoras, sob o escudo da Abradee, se viram forçadas a abrir um canal direto com a Aneel, sem o anteparo do Ministério. É bom ressaltar que a decisão depende também de negociações com os ministérios da área econômica, que, da mesma forma, não tomaram posse. A medida afeta a área macroeconômica, com reflexo sobre os gastos do Tesouro e elevação do índice geral de preços.

 

 

 

 

 



QUINTA-FEIRA, 18 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 09:28

Vácuo de poder adia decisões fundamentais para o setor elétrico I

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chamada 01A nomeação do novo ministério em janeiro criou um vácuo de governança com sérios impactos no setor elétrico no curto e médio prazos. Esta acefalia ocorre justamente no período em que se bate o martelo quanto à revisão do custo médio ponderado de capital das distribuidoras, o chamado WACC. Trata-se do índice que serve de balizador para a margem de lucro das concessionárias. A Aneel terá de referendar sua decisão até o início do próximo ano, quando começa o quarto ciclo de revisão tarifária, que compreende o período de 2015 a 2019. Aí é que mora o perigo para as distribuidoras de energia. Estudos técnicos da agência recomendam um WACC de 7,16%, inferior aos 7,5% fixados para o terceiro ciclo de revisão, encerrado neste ano.

 

 

 



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 17:38

Fusão carga pesada

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FusãoO fundo norte-americano KKR estaria costurando a associação entre a Megafort e a Expresso Nepomuceno, as duas maiores empresas de transporte rodoviário de carga do Brasil. A dupla fatura mais de US$ 1 bilhão por ano. Procuradas, as duas empresas não se pronunciaram.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 15:50

China Unicon a caminho do Brasil

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uniconA China Unicon, de Hong Kong, está rondando o mercado brasileiro de telefonia. Não custa lembrar que, recentemente, a Telefônica vendeu quase toda a sua participação na empresa, o que poderia ser um empecilho para a entrada dos asiáticos no país.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 14:45

Fernando Pimentel vai reduzir dividendos da Cemig

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CemigO governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (foto), já tem como certa pelo menos uma diretriz: rever a política de dividendos da Cemig - o que, na sua opinião, já deveria ter sido feito há muito tempo. A ordem é menos remuneração e mais investimento. Nos últimos anos, a Cemig notabilizou-se como uma generosa pagadora a seus acionistas. Em 2012 e 2013, entre dividendos e juros sobre capital próprio, distribuiu mais de R$ 4,1 bilhões, o equivalente a 56% do seu lucro no período. Em tempo: a ira dos acionistas com a decisão vai cair no colo do atual ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges, apontado como pule de dez para assumir o comando da distribuidora mineira em janeiro.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 13:22

As cinzas da Universal Leaf

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LeafNa sede da Universal Leaf no Brasil, todo dia tem sido quarta-feira de cinzas. As exportações de tabaco da empresa caíram 30% neste ano. Os norte-americanos, que já fecharam uma fábrica em Joinville (SC), agora estão reduzindo a produção na única unidade que restou no país, em Santa Cruz do Sul (RS). Consultada, a empresa não quis se pronunciar sobre as exportações e o corte de produção.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 12:01

Emissão da Energisa

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EnergisaA Energisa estaria azeitando uma emissão de títulos no exterior, no valor de R$ 500 milhões. Formalmente, a empresa nega a operação. No entanto, segundo fontes próximas à Energisa, o lançamento seria mais uma etapa do processo de redução da dívida do Grupo Rede, adquirido em abril. Além da recente venda de R$ 1,4 bilhão em ativos na área de geração, os próprios acionistas da Energisa fizeram um aporte de capital de R$ 350 milhões.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 10:39

Wago procura uma estação

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AutomacaoA alemã Wago procura um local em São Paulo para instalar uma fábrica de sistemas de automação de ferrovias. Já houve conversas com a Prefeitura de Jundiaí. Não é nada, não é nada, são R$ 80 milhões a mais na conta do Investimento Direto Estrangeiro.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 09:29

Até quando Graça vai sangrar o óleo da Petrobras? III

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graca3O bom nome deveria ser de um renomado e experiente gestor, bem-sucedido nos seus negócios, com fama de austero e disciplinador. Esses são predicados sob medida para o mercado, que enxerga hoje a Petrobras como uma toca de roedores. Cortado o paletó, resta costurá-lo. Sugestões para o cargo: Paulo Cunha, Jorge Gerdau e, vá lá, Benjamin Steinbruch. O primeiro, presidente do Conselho do Grupo Ultra, foi um dos pioneiros do Polo Petroquímico de Camaçari e já teve seu nome cotado nas hostes palacianas (ver RR nº 4.994). Gerdau e Steinbruch foram membros do Conselho de Administração da Petrobras. Para qualquer um deles, o convite deveria ser feito como uma missão santa. E o mais rapidamente possível, antes que Maria das Graças seja canonizada pelo seu martírio.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 09:00

Até quando Graça vai sangrar o óleo da Petrobras? II

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Graça2Para início de conversa, o sucessor de Graça Foster não deve ser oriundo dos quadros da Petrobras. Será constrangedor a qualquer um dos profissionais da empresa colocar sob desconfiança seus pares, quiçá amigos. Subtraia-se deste baralho também qualquer carta de naipe político. O PT e a base aliada estão sub judice quando se trata de Petrobras. Portanto, soluções de araque como Jaques Wagner e Aloizio Mercadante surgem como balões a serem rapidamente incinerados. Imagina- se que não estejam talhados para o cargo economistas e burocratas com jeito de membros permanente de algum staff. O lugar é para gente cascuda, peso pesado, com carapaça de rinoceronte.



QUARTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 08:30

Até quando Graça vai sangrar o óleo da Petrobras? I

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GraçaDilma Rousseff está deixando sua fraterna amiga Maria das Graças Foster sangrar na presidência da Petrobras. Nesse martírio inglório e prolongado, a única coisa certa é que a demissão de Graça é inevitável. O propósito inicial de dar tempo à executiva para que ela limpasse a casa e saísse por cima das malfeitorias (ver RR edição nº 5.000) perdeu o sentido com as recentes denúncias. Agora, a cada dia no cargo, mais humilhante será sua queda. A verdade é que a Petrobras tornou-se um pelourinho no qual está exposta toda a diretoria. São cem chibatadas toda vez que a Lava Jato é mencionada. A questão maior, porém, não é assistir ao calvário de Graça pelos jornais, mas definir o perfil do seu sucessor. As circunstâncias exigem que o futuro presidente da Petrobras seja uma espécie de São Jorge, para que seus inimigos, tendo pés, não o alcancem; tendo mãos, não o peguem; tendo olhos, não o enxerguem; e nenhum tipo de denúncia de corrupção possa lhe fazer mal.



TERÇA-FEIRA, 16 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 15:34

Honda Brasil atropela Honda Argentina III

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honda 1

A Honda Brasil quer aproveitar o vácuo e assumir o fornecimento a outros países do Mercosul. Não custa lembrar que a fábrica de Sumaré está prestes a lançar a nova versão do City, projeto que consumiu mais de US$ 100 milhões em investimentos. O aumento das exportações do veículo viria em ótima hora, como forma de compensar a queda das vendas no mercado brasileiro.

 

 



TERÇA-FEIRA, 16 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 14:20

Honda Brasil atropela Honda Argentina II

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honda fabrica

A produção nas duas plantas ficou paralisada por 30 dias entre os meses de junho e julho. Há a expectativa até mesmo de que uma das unidades venha a ser temporariamente desativada. Neste caso, o que é um limão dos mais azedos para a Honda Argentina pode ser uma doce limonada para a Honda Brasil. Desde já, a Honda Brasil enxerga a possibilidade de ocupar o espaço deixado pela hermana portenha, menos até no combalido mercado argentino, mas principalmente nos demais países da região. Um exemplo emblemático é o modelo City, uma das grandes apostas comerciais da montadora japonesa para o mercado sul-americano. A fábrica de Campana exporta significativos volumes do veículo para Chile e Uruguai - por quase dois anos, chegou a abastecer o próprio mercado brasileiro, até que o automóvel começasse a ser produzido na planta de Sumaré (SP).

 

 



TERÇA-FEIRA, 16 DEZEMBRO DE 2014

Finanças | 13:30

Honda Brasil atropela Honda Argentina I

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hondaNão se trata de espírito de porco ou de querer o mal da própria família. Mas a direção da Honda no Brasil já vislumbra a oportunidade de avançar centenas de quilômetros no mercado sul-americano no rastro da forte crise que assola a indústria automobilística argentina e, em particular, a subsidiária do grupo. O comando da filial brasileira trabalha com a informação de que nos próximos meses a Honda Argentina fará novas paralisações em suas duas fábricas localizadas nas cidades de Campana e Florencia Varela, na região metropolitana de Buenos Aires.