TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 17:10

KfW financia usinas eólicas

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kfWO banco alemão KfW negocia um novo empréstimo ao BNDES para financiamento de projetos de geração eólica no país. No ano passado, foi fechado um acordo de repasse de US$ 335 milhões. Desta vez, a conta é um pouco mais modesta: em torno de US$ 200 milhões. Procurado, o BNDES não quis comentar o assunto.

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 16:00

Planos da Petra Energia se esfarelam em bloco II

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petraNo mercado, há dúvidas cada vez maiores em relação à continuidade da operação da Petra, ao menos na atual configuração. O consenso é que a empresa terá de se desfazer de algumas concessões para financiar outras, ainda que isso gere um inevitável efeito colateral: a perda de escala e o consequente aumento dos custos de investimento. O problema (mais um) é que a maioria dos ativos da companhia não é de fácil negociação, especialmente os 12 blocos localizados na complexa Bacia do São Francisco. A geologia da região exige o uso da técnica de fraturamento hidráulico, modalidade de exploração ainda não regulamentada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente. Não custa lembrar que companhias graúdas, como Petrobras e Shell, já abandonaram campanhas exploratórias no São Francisco.

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 15:45

Planos da Petra Energia se esfarelam em bloco I

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Roberto VianaSe é para gastar o latim, a Petra Energia bem que poderia se chamar "Harena Energia". Há mais areia do que rocha na petroleira do empresário pernambucano Roberto Viana(foto). A companhia, que, no início de junho, devolveu 11 blocos exploratórios na Bacia de São Francisco, estuda entregar outros cinco à ANP. Das 44 concessões que chegou a ter, a empresa ficaria, portanto, com 28. Esse número, ressalte-se, ainda pode encolher um pouco mais. Dois outros blocos da petroleira (SF-T-92 e SFT- 119), também localizados na Bacia do São Francisco, tiveram a licença suspensa pela ANP por problemas relacionados ao licenciamento ambiental. A Petra teria voltado também a postergar o pagamento de fornecedores. Segundo informações obtidas a uma das principais prestadoras de serviços da companhia, em alguns casos os atrasos já passariam dos 60 dias. Procurada pelo RR, a Petra negou novas devoluções de blocos para a ANP. A empresa informou ainda que, em razão da "atual conjuntura econômica", tem "pactuado ajustes com os fornecedores que levam à necessidade de negociação de novas bases contratuais". A Petra garante que "está honrando e vai honrar, sem exceção, todas as suas obrigações."

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 15:03

Gasmig mira ativos da Petrobras

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GasmigA Gasmig está na fila do gargarejo. É forte candidata à compra de ativos em distribuição de gás que serão colocados à venda pela Petrobras.

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 14:00

A volta de Cavendish

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Fernando CavendishAgora que conseguiu passar adiante os ativos da Delta, Fernando Cavendish(foto) poderá se dedicar integralmente a seus novos projetos, entre eles entrar no ramo de concessões rodoviárias. Quem se habilita a pegar carona com o empreiteiro?

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 12:30

Gerdau School

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jgJorge Gerdau(foto), que deixou a presidência do Conselho da Gerdau, tem planos de se dedicar à área de educação, voltada, sobretudo, à gestão pública, sua obsessão.

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 11:22

De grão em grão, o superávit enche a meta II

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cSe a estratégia colar, há um dividendo psicológico: ela quebra as expectativas do mercado, que está pessimista até a medula. Levy poderia usar, então, um novo aforismo: "O jogo só termina quando acaba." Bem, por enquanto o que se vê é a solidão do goleiro na hora do pênalti. Mas são extremamente racionais os sinais de que o ministro da Fazenda não é somente um turrão com suas metas ou que esteja fazendo um jogo de gato e rato com as expectativas.

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 11:10

De grão em grão, o superávit enche a meta I

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Joaquim LevyO ministro da Fazenda, Joaquim Levy(foto), é sensível a ditos populares. Do tipo “não há bem que sempre dure nem mal que nunca se acabe” ou "pedra mole em água dura tanto bate até que fura". Recentemente, teria incorporado "meta de superávit primário não se revisa até o fim do ano fiscal". Levy fez a autocrítica em relação ao rebaixamento da meta em 0,1 ponto percentual - de 1,2% para 1,1% do PIB. É pouco, por isso mesmo dispensável. Além do que sinaliza mal. E, finalmente, pode não ser necessário. A boa novidade é que a Fazenda volta a considerar viável a meta original de superávit ou um percentual bem próximo, na contramão dos até 0,6% do PIB antecipado pelas proféticas instituições financeiras. Os motivos seriam: a forte e repentina melhoria nas operações externas; a contribuição da agricultura; a convicção de que receitas extraordinárias serão maiores do que as enxergadas pelo mercado; e o aumento da arrecadação até o final do ano, puxada, em parte, pelo comércio exterior. O quinto motivo é um truque maroto: as contas intramuros do Tesouro são mais conservadoras do que as oficialmente anunciadas.

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TERÇA-FEIRA, 07 JULHO DE 2015

Finanças | 10:00

Moro quer ouvir novamente ex-executivos da Camargo Corrêa

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sergio moroSergio Moro(foto) quer ouvir novamente os ex-executivos da Camargo Corrêa Dalton Avancini e Eduardo Leite. Está convicto de que a dupla dinâmica tem muito mais a dizer, especialmente sobre os contratos da empreiteira no setor elétrico.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 17:25

Eletrosul tira o pé

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eólicoDona de 49% do parque eólico de Geritabu (RS), a Eletrosul teria planos de reduzir sua participação no negócio. Formalmente, a estatal garante que tudo fica como está.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 16:13

Liugong pretende produzir tratores no Brasil

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liugongO estreitamento das relações comerciais entre o Brasil e a China vai gerar um novo rebento. No rastro dos acordos bilaterais assinados entre os dois países, a Liugong negocia com o governo brasileiro a instalação de uma fábrica de máquinas agrícolas no Rio Grande do Sul.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 15:20

Herdeiros da Coteminas querem distância do agronegócio II

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jJosué Gomes da Silva foi o principal artífice da entrada dos Alencar no agronegócio, a partir da associação com a Agrícola Estreito, do ex-Glencore Paulo Garcez. Em tese uma decisão mais do que acertada, em função dos resultados declinantes da Coteminas e da indústria têxtil como um todo. Na prática, porém, a Cantagalo jamais teve a performance esperada: no ano passado, o prejuízo bateu nos R$ 155 milhões. Diante das seguidas perdas, a operação tem sido cada vez mais questionada dentro da própria família. Em setembro, Josué Gomes, presidente do Conselho de Administração da Cantagalo, tentou esfriar o caldeirão com uma mudança na gestão. Numa manobra interna, convenceu o próprio Paulo Garcez a deixar a presidência da companhia, dando lugar ao ex-Previ e ex-Embraer Luiz Carlos Aguiar(foto). Dentro da empresa, o troca-troca foi interpretado como um movimento diversionista, uma tentativa de Josué de ganhar tempo para negociar a venda da participação da família para a Sojitz. A essa altura, nem o próprio empresário quer ficar no negócio. Sua prioridade absoluta neste momento é colocar a Coteminas nos trilhos. Mas essa é outra história...

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 15:03

Herdeiros da Coteminas querem distância do agronegócio I

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Josué Gomes da SilvaHouve um momento em que Josué Gomes da Silva(foto) esteve com um pé no Ministério do Desenvolvimento, foi apontado por muitos como o nome mais adequado para comandar o BNDES e chegou até mesmo a flertar com a Pasta da Fazenda. No entanto, as portas do governo não se abriram e Josué segue vestindo o figurino de empresário, mais precisamente o de empresário aflito e pressionado por seus próprios familiares. Ao mesmo tempo em que toureia os sucessivos prejuízos da Coteminas – R$ 250 milhões nos últimos três anos -, cabe a ele a missão de estancar de uma vez por todas as perdas do clã no agronegócio, uma infeliz inflexão estratégica dos herdeiros de José Alencar. Neste caso, ao que tudo indica, não há mesmo outra solução se não a porta de saída. Josué já estaria negociando a venda da participação da família na Cantagalo General Grains, que atua na produção e comercialização de grãos. Do outro lado da mesa, está a japonesa Sojitz. A intenção dos Alencar é vender integralmente sua participação tanto na Cantagalo quanto na subsidiária CGC Trading. Os asiáticos, ressalte-se, já são sócios minoritários das duas empresas. Na primeira, detêm apenas 5%; na trading, sua fatia é bem mais expressiva: 43%.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 14:09

Estilo Marta

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Marcio FrançaJá faz dois meses que o presidente do PSB-SP, Marcio França, mofa com a ficha de filiação nas mãos, à espera da assinatura de Marta Suplicy. Qual o espanto?

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 13:05

O “adviser” de Bendine

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danDan Conrado(foto) e Aldemir Bendine, que sempre foram bem próximos na época do BB, reeditaram o dueto. Além de sua nomeação como conselheiro suplente da Petrobras, o ex-presidente da Previ tem sido uma espécie de assessor informal de Bendine para a venda de ativos da estatal.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 12:00

Açúcar e um pouquinho de afeto

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rubensNão dá para dizer que Dilma Rousseff e Rubens Ometto(foto) viraram amigos de infância. Mas a interlocução entre eles melhorou muito, a ponto de Ometto ter integrado a comitiva presidencial em Nova York.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 10:40

Empreiteiras precisam de garantia para disputar concessões IV

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obrasQualquer restrição à presença das grandes e médias empreiteiras nos próximos leilões é interferir diretamente no futuro destas companhias. Investir em infraestrutura é um processo em cadeia: novos projetos aumentam a curva de retorno dos empreendimentos já em curso graças à captura de sinergias. Portanto, caso as construtoras venham a ser impedidas de entrar nos novos leilões, tal restrição terá impacto na performance de concessões das quais elas já participam. Ou seja: cassar o porvir das empresas de construção pesada também significa alijar o seu presente e o seu passado.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 10:34

Empreiteiras precisam de garantia para disputar concessões III

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sergioAs empreiteiras estão num voo às cegas. Até o momento, sua participação no programa de concessões tem sido objeto de declarações assimétricas ou mesmo dúbias. Recentemente, o juiz Sergio Moro(foto) disse que as empreiteiras citadas no escândalo não estão proibidas de firmar contratos com a administração pública, mas - sublinhe-se o "mas" - falou também que o futuro plano de concessões pode ser uma nova fonte de corrupção para as construtoras reincidirem em crimes. Uma frase como esta não passa despercebida a bancos, agências de fomento, empresas de classificação de risco ou investidores internacionais. Quando confrontado com as declarações de Moro, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, limitou-se a dizer, com certa timidez, que era "descabido" lançar suspeitas sobre o plano de concessões. Pouco, muito pouco. Mesmo porque, segundo notícias na mídia, o próprio Moro chegou a considerar que, no caso da Odebrecht, o ideal seria a suspensão de todos os contratos e atividades da construtora. O risco é que a declaração indique o embrião de uma jurisprudência.

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 10:16

Empreiteiras precisam de garantia para disputar concessões II

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empreAinda não há uma definição da figura jurídica que poderá fundamentar tal decisão. O certo é que se trata de uma negociação complexa, tanto do ponto de vista político quanto legal, que terá de passar por diversas esferas, como Poder Executivo, notadamente o Ministério da Justiça e a Casa Civil, Ministério Público e Judiciário. Imagina-se que o próprio governo tenha o maior interesse na matéria. Difícil que o novo programa de concessões saia do chão sem a participação de Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e de boa parte das 300 grandes e médias empresas de construção pesada no Brasil. Onde o governo vai encontrar investidores dispostos a desembolsar quase R$ 200 bilhões em 15 concessões rodoviárias, 11 aeroportos, cinco ferrovias e 45 terminais portuários?

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SEGUNDA-FEIRA, 06 JULHO DE 2015

Finanças | 10:00

Empreiteiras precisam de garantia para disputar concessões I

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construção pesadaAs maiores empresas de construção pesada do país estariam se articulando para levar ao governo uma reivindicação que pode ser decisiva para o êxito ou não do novo programa de concessões. Segundo fonte de uma das empreiteiras, é necessário um instrumento legal e definitivo capaz de separar as companhias da interdição de seus controladores e gestores, medida que revogaria os óbices para a participação nos próximos leilões de infraestrutura. A alegação é que a falta de uma garantia firme praticamente inviabilizará sua presença nas licitações. Nas atuais circunstâncias, as empresas de construção pesada terão notórias dificuldades para obter financiamento e atrair investidores para os consórcios. Afinal, quem vai apostar em um cavalo sub judice ou com o risco de ser alvejado por alguma delação?

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 17:20

Etanol de milho made in Brazil

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chsA CHS, uma das maiores produtoras de etanol de milho dos Estados Unidos, iniciou os preparativos para construir sua primeira fábrica no Brasil. O grupo negocia com o governo do Mato Grosso do Sul um pacote de benefícios para instalar um cinturão de fornecedores na região de Dourados.

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 16:39

Ventos que chegam da China

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eólicaA chinesa Ming Yang Wind Power prepara-se para instalar uma fábrica de turbinas eólicas no Brasil.

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 16:00

Fras-le na contramão da bolsa

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frasleO Grupo Randon estuda o fechamento de capital da Fras-le. Em troca dos papéis, os minoritários da fabricante de autopeças receberiam ações da própria holding. Oficialmente, o grupo nega a operação. No entanto, segundo o RR apurou, a migração atenderia a pressões de investidores parrudos, como a Previ, detentora de 8% da Fras-le.

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 14:45

Saab blinda fornecedores do novo caça da Força Aérea II

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gripenO ajuste fiscal já abalroou os planos da Saab. No início da semana, o governo anunciou a suspensão do arrendamento de 12 aeronaves da geração anterior à do Gripe, que seriam usadas pela FAB até a entrega das novas aeronaves. A Saab tem uma fuselagem forte o suficiente para suportar tais rajadas. O mesmo não se aplica obrigatoriamente a seus fornecedores. A ordem, portanto, é injetar recursos nestas empresas. Consta que os suecos já estariam em negociações para adquirir uma participação na gaúcha AEL, fabricante de sistemas eletrônicos e displays. Ao mesmo tempo, costuram um aumento de sua fatia na Akaer. No ano passado, a Saab ficou com 15% da fabricante de fuselagens após converter um empréstimo em participação societária. Agora, pretende comprar outros 25%. Consultada sobre a ampliação da fatia dos suecos, a Akaer disse que o assunto "ainda" não está em pauta.

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 14:29

Saab blinda fornecedores do novo caça da Força Aérea I

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saabHaja instrumento para o Gripen decolar diante de condições tão adversas! Em meio ao nevoeiro do ajuste fiscal e dos cortes do orçamento para a área de defesa, a Saab começa a montar o cinturão de fornecedores envolvidos na produção dos novos caças da Força Aérea. A estratégia dos suecos é blindar sua cadeia produtiva contra as intempéries da economia. Por blindagem entenda-se o ingresso no capital destas empresas, que se instalarão em São Bernardo do Campo (SP), local escolhido para a montagem final dos Gripen. O grupo já teria reservado cerca de US$ 300 milhões para financiar seus fornecedores mediante a compra de participações minoritárias nestas companhias.

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 13:15

Zelotes? Comigo não!

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gerdauHá dois meses espocam no noticiário seguidos detalhes sobre o envolvimento da Gerdau no escândalo do Carf. Ainda assim, sempre que procurado sobre o tema, o grupo insiste em dizer que, até o momento, não recebeu qualquer notificação formal das autoridades. Estranho! Quando essas duas realidades vão se encontrar?

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 12:00

Concorrente da Magnesita padece no Brasil

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rhiUma das três maiores fabricantes de refratários do mundo, a austríaca RHI parece ter desistido de duelar com a Magnesita no campo da adversária. Depois de suspender a construção de uma fábrica em Queimados, na Baixada Fluminense, desativou seu escritório na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. No setor, a medida é vista como mais um indício de que o grupo prepara-se para encerrar suas atividades no Brasil. Oficialmente, a RHI confirma o fechamento do escritório no Rio, mas garante que permanece no país, com as operações concentradas em Belo Horizonte, além do centro de distribuição de Nova Iguaçu (RJ).

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 10:35

BNDES poderá financiar novas aquisições da JBS III

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jbPara o BNDES, além do retorno financeiro per si, há ainda outro ganho decorrente do investimento na JBS, tão ou mais valioso do que aquele reportado em seu balanço. O maior alvo das críticas ao modelo adotado pelo banco nos últimos anos tornou-se exatamente a sua principal peça de defesa e desqualificação de seus detratores. Os resultados da companhia são a melhor resposta aos grupos de interesse que dispararam contra a política de cavalos vencedores, usando-a como mote para fazer as piores ilações em relação aos critérios e procedimentos do BNDES.

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 10:15

BNDES poderá financiar novas aquisições da JBS II

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bndesPara o BNDES, o maior estímulo a novas operações com a empresa de alimentos vem da última linha do balanço. Como se costuma dizer na própria área técnica do banco, quem dera houvesse outras JBS. A participação representa a melhor taxa de retorno entre todos os investimentos realizados pela BNDESPar desde 2007, ano em que a instituição fez seu primeiro aporte na companhia. Somente nos últimos cinco anos, a alta das ações da JBS foi de 102% - no mesmo período, a variação do DI ficou em 61%. Conforme consta do estudo de caso recém-divulgado pelo próprio BNDES, o investimento na JBS já rendeu ao banco cerca de R$ 6 bilhões, cifra referente ao crescimento do valor de mercado da empresa ao longo de oito anos.

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SEXTA-FEIRA, 03 JULHO DE 2015

Finanças | 10:01

BNDES poderá financiar novas aquisições da JBS I

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jbsNo que depender do BNDES, vai ter, sim, mais dinheiro para a JBS. As portas do banco estão abertas a novos financiamentos para o grupo, se assim as circunstâncias pedirem. A assertiva se sustenta em duas premissas, uma de ordem regulatória e outra financeira. A resolução publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada, referente aos limites para a exposição da BNDESPar a uma única empresa, em nada afeta a possibilidade de futuros aportes na JBS. Segundo uma fonte do BNDES, o atual peso da companhia no estoque de operações da agência de fomento sequer arranha o limite de 25% do Patrimônio de Referência imposto pelo CMN. O banco não divulga o percentual por considerá-lo informação sigilosa. Mas não custa lembrar que a triangulação feita com o Tesouro e a Caixa Econômica Federal em 2012 abriu ainda mais espaço para um eventual aumento da participação no grupo. Na ocasião, o BNDES transferiu o equivalente a 10% da JBS para a União, que, ato contínuo, repassou o ativo para a CEF, como forma de capitalizar o banco.

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